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17/03/2018 | 06:34 | Educação

Delegado do DPI profere aula inaugural de 2018 do curso de Direito

?Segurança pública no Brasil é uma responsabilidade de todos?, destacou o delegado Fernando Antônio Sodré de Oliveira

Setrem/divulgação


O curso de Bacharelado em Direito da SETREM promoveu na noite de quinta-feira, 15, a aula inaugural do primeiro semestre de 2018. Na oportunidade foi realizada uma palestra sobre “Investigação policial e os desafios para o futuro”, com o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI) do Rio Grande do Sul, delegado Fernando Antônio Sodré de Oliveira. A mediação ficou a cargo do docente da SETREM e juiz federal de Santa Rosa, Rafael Lago Salapata.


Graduado em Direito e em Ciências Militares, especialista em Supervisão Escolar e em Direito Penal, mestre em Filosofia e em Aplicações Militares, Sodré iniciou sua aula falou sobre os desafios da polícia no atual cenário da Segurança Pública, em nível nacional e estadual. “Há uma necessidade de conscientização da sociedade para a seriedade da segurança pública no Brasil, porque é uma responsabilidade de todos. A segurança é um problema que está cada vez mais difícil. Precisamos rever as políticas de segurança e as suas formas de financiamento”, afirmou.


Em seguida, o delegado explorou as ações da Polícia Civil no Estado, a importância e a necessidade da investigação criminal, as ferramentas modernas utilizadas atualmente e as perspectivas para o futuro. Para Sodré, o que mais lhe preocupa, hoje, são os elevados números de assaltos a banco no Interior do Estado. “A criminalidade e a violência estão migrando para o Interior, o que não acontecia há tempos atrás. Estamos apoiando o Departamento de Investigações Criminais (DEIC) em tudo que é necessário, mas ainda precisamos melhorar, porque têm acontecido muitos assaltos”, argumenta.


Sodré destacou, ainda, o caso específico da região Noroeste. Por conta da proximidade com a fronteira, o tráfico, tanto de drogas quanto de armas, desencadeia outros crimes. “Para combater este problema, temos que nos articular com a Polícia Federal e os órgãos de controle de fronteira, para que possamos, cada vez mais, ter efetividade nisso e manter as comunidades sob controle”.

Fonte: Assessoria de Comunicação SETREM

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